Conheça o Periscope, o app que faz transmissões ao vivo pelo celular

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Lançado em março desse ano, o Periscope é um aplicativo com uma proposta um pouco diferente: o de transmitir vídeos ao vivo para seus seguidores, através de uma plataforma simples e intuitiva.


"Descobrir o mundo pelos olhos de outra pessoa", essa é a proposta da empresa que criou o app. Comprada pelo Twitter no ano passado, a equipe se juntou para fazer esse projeto acontecer, e apenas 10 dias depois do lançamento já contava com um milhão de usuários.


Para transmitir é muito simples, tão fácil quanto tirar uma foto. Ao apertar o botão "começar" sua transmissão já é iniciada, e todos os seus seguidores recebem uma notificação para acompanhar. Além disso, é possível curtir e receber comentários durante o vídeo, que aparecem na tela do celular automaticamente.


Outra funcionalidade interessante do app é que, em até 24 horas, seu vídeo fica disponível para outras pessoas assistirem. Após esse período ele desaparece.


Interessante, não? Se curtiu a proposta do app fique ligado no site da O2 e nas nossas redes sociais, pois algo muito legal vem por aí nos próximos dias!


Baixe o Persicope para Android e para iOS

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"Prova de Coragem" é o novo projeto finalizado pela O2 Pós

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Adaptado do livro Mãos de Cavalo, de Daniel Galera, o filme, uma produção de Monica Schmiedt, é dirigido por Roberto Gervitz e foi rodado em Porto Alegre.

 

Prova de Coragem conta a história de Hermano (Armando Babaioff), médico bem sucedido, que prepara uma escalada de alto risco em uma montanha na Terra do Fogo, quando se vê às voltas com a gravidez de Adri (Mariana Ximenes). Mesmo com a perspectiva de ser pai, Hermano decide seguir com a escalada. Esta é a prova de coragem que Hermano deve a si mesmo, ele carrega a culpa de nada ter feito para evitar a morte de seu melhor amigo de adolescência.

 

No filme, duas questões se combinam: O que é ser livre - navegar ao sabor de desejos ou escolher seus compromissos? Para responder, é preciso coragem. "Há um espírito de sintonia da equipe, que está relacionado à atitude rigorosa e artesanal desta produção", comenta Roberto Gervitz.

 

A pós-produção de imagem desse Longa acontece em São Paulo, a cargo da equipe da O2 Pós, que está criando os efeitos e tratando a imagem do filme.

 

Na última semana o diretor esteve na capital gaúcha para definir a estética do som do filme. Pra isso ele conta com equipe do estúdio de Kiko Ferraz. "Como o filme teve uma ótima captação de som direto, o foco do trabalho de áudio está na criação".

 

A estreia será no dia 05 de novembro, com 60 salas digitais nas principais capitais brasileiras.

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As 10 regras de fotografia para a série "Felizes Para Sempre?"

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A série Felizes Para Sempre? teve quatro diretores e quatro fotógrafos. Para que ela não ficasse esquizofrênica, ganhasse unidade e se distanciasse do padrão de fotografia na dramaturgia da TV, os oito profissionais se reuniram e criaram 10 regras de como fotografar a série.


Estas regras foram apresentadas num debate na Semana do ABC em maio. Como muita gente pediu para postarmos o vídeo apresentado no debate, aqui vai ele.


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Os fotógrafos da série foram Adrian Tejido, Lito Mendes da Rocha, Marcelo (Tintin) Trotta e Alexandre Ermel, nos drones.





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O2 Pós finaliza filme "Meu Passado Me Condena 2"

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A O2 Pós assina a finalização do longa Meu Passado Me Condena 2, que conta com Fabio Porchat e Miá Melo no elenco. A O2 Pós realizou os trabalhos de conform, correção de cor, composição  e delivery.


Com estreia marcada para 2 de julho nos cinemas, Meu Passado Me Condena 2 tem direção de Julia Rezende e conta a história de Fábio (Fábio Porchat) e Miá (Miá Mello) quando enfrentam a primeira crise conjugal. Ela pede o divórcio, mas acaba sendo convencida a embarcar com ele para Portugal para consolar o avô (Antônio Pedro), que acabou de ficar viúvo. Lá, Fabio reencontra sua namorada de infância, Ritinha (Mafalda Rodiles), que agora é noiva de Alvaro (Ricardo Pereira), seu rival desde menino.


Tentando esconder de todos que estão à beira da separação, Fábio e Miá vivem situações hilárias e inesperadas que acirram ainda mais a crise no casamento. Além de Fábio e Miá, o filme conta no elenco com Inez Viana, Marcelo Valle, Antônio Pedro, Rafael Queiroga, Ricardo Pereira, Mafalda Rodiles e participação de Ernani Morais.


 


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Por trás da caracterização em Malasartes e o Duelo com a Morte

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As gravações de Malasartes e o Duelo com a Morte estão a todo vapor, mas a maquiadora Anna Van Steen tirou uns minutos do seu dia a dia corrido para contar pra gente um pouco sobre a caracterização dos personagens.


Jesuíta Barbosa, que vive o personagem principal da trama, precisa manter o visual malandro e espoleta, por isso seus cabelos estarão sempre desalinhados. "Deixamos a pele dele bem moreninha, com os cabelos com cara de quem não vai ao barbeiro, além de estar sempre levemente suado, porque está sempre fugindo das enrascadas", contou ela.


Áurea, personagem de Isis Valverde, tem uma pegada mais de menina inocente e carismática, por isso veremos a atriz usando tranças assimétricas, para enfatizar o ar infantil.  "Na maquiagem teremos bochechas rosadas e destacadas, também para infantilizar", explica Anna.


A barba de Julio Andrade, que viverá A Morte, também teve atenção especial. "Ela foi recortada com uma forma pontuda e vazada nas laterais, lembrando uma caveira", ressalta a maquiadora. A pele do ator terá um tom pálido, os cabelos presos e unhas longas e envelhecidas, coladas uma a uma diariamente. "Finalizamos a caracterização com veias azuladas que aparecem na testa, dependendo da situação", ressalta.


Para a caracterização das parcas, o time de maquiagem, a figurinista Verônica Julian, e o diretor de arte, Tulé Peake, se reuniram, para montar caracterizações a altura das personagens mitológicas, trabalhando com formas orgânicas e bem definidas. "Elas são diferenciadas por cor; a parca cortadeira ganhou dreads grisalhos, enquanto a fiandeira ficou com uma espécie de cabelo bordado ocre e a tecedeira com cabelos emaranhados e ruivos", detalha Anna. O resultado ficou expressivo e humano, sem perder seu lado fantástico.


Quer saber mais sobre as gravações de Malasartes e o Duelo com a Morte, o novo longa da O2 Filmes? Então fique ligado aqui no site e em nossas redes sociais!

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Séries de TV: Novo Espaço Criativo?

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Em outro painel da Semana ABC, que aconteceu na Cinemateca Brasileira, o tema "Séries de TV: Novo Espaço Criativo?" foi debatido por grandes nomes da produção audiovisual nacional.

 

Além de Fernando Meirelles, o jornalista Maurício Stycer, Rodrigo Monte (Diretor de Fotografia), Mauro Mendonça Filho (Diretor), Miriam Biderman (Editora de Som), Mauro Wilson (Roteirista) e Marcos Carvalheiro (Diretor de Arte) falaram um pouco desse novo mercado audiovisual que tem crescido muito no Brasil.

 

Confira tudo o que acontenceu no painel clicando na imagem abaixo:

 

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A estrada para a Realidade Virtual - Parte 2

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Baixada a poeira após a chegada na SVVR, e tendo visto que o mercado de realidade virtual não é só novo para nós, mas também para todo o resto do mundo (incluindo os EUA), ficou claro que o bando de "Professores Pardais" que comentei no último texto não são apenas os engenheiros responsáveis pela tecnologia, mas também todos os diretores de cinema e profissionais de outras áreas (saúde, educação, entretenimento, e etc.) que imaginam as possibilidades desta nova forma de se produzir conteúdo.


Sem conteúdo de qualidade, a plataforma nunca vai vingar. Vide o coitado do GoogleGlass (que morreu antes mesmo de ter nascido) pra provar isso pra gente. E como é o conteúdo em VR? A maneira mais simples de se explicar pra quem nunca viu nada assim é: num filme você VÊ a cena, na realidade virtual você ESTÁ na cena, como o próprio nome diz. No cinema, mesmo quando a câmera é posicionada como a subjetiva de um personagem, o espectador continua vendo a cena numa tela plana na sua frente. No VR, ele está totalmente envolvido pela imagem. Parafraseando um dos palestrantes (um pouco empolgado demais com as possibilidades narrativas da realidade virtual, é verdade) : a moldura retangular está quebrada. Estamos dentro dela agora!


Como tudo na vida, isso tem um lado bom e um lado ruim. Para nós, realizadores, descobrir que as ferramentas mais básicas do cinema como o corte seco e o enquadramento não funcionam mais, pode parecer um tanto desesperador, inicialmente.  Mas aí vem o lado bom: se hoje em dia, todos buscam formas de propiciar experiências inesquecíveis e significativas pro público, não existe ferramenta mais impressionante para isso do que o VR. Vale a pena, portanto, encarar o desafio ao se pensar no potencial gigantesco do formato.


Na SVVR ficou claro que já temos dois tipos de conteúdos bem diferentes. De um lado os produtores independentes, tentando desvendar algum aspecto formal ou narrativo com videos experimentais e conteúdo muito mais próximo do cinema índie e "artístico". Porém, do outro lado estão os anunciantes: a maior plataforma de conteúdo de realidade virtual dos EUA é a Milk VR da Samsung, onde grande parte dos filmes são bancados por clientes e criados por agências. Test-drives de carros em paisagens espetaculares, performance de atletas de ponta em locações inimagináveis na vida de um mero civil, clipes-conceito que colocam o expectador dentro dos cenários maravilhosos das grandes marcas de luxo, e por aí vai.


E o mais legal é saber que, pelo lado técnico, tudo isso já é possível atualmente, apenas com um smarthphone encaixado em um óculos de plástico, ou até de papelão (como o Google CardBoard). Ou seja, organizando o mercado de produção e distribuição do VR no Brasil, será mais e mais possível criar experiências inesquecíveis dentro do universo que se desejar para qualquer público.


Ricardo Laganaro

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A estrada para a Realidade Virtual

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Nosso primeiro de dia na feira de Realidade Virtual no Vale do Silício, (Silicon Valley Virtual Reality)  foi BEM interessante.

 

A primeira coisa que chamou muito a atenção, de cara, é que aqui fica claro o quão novo e promissor é esse mercado. Há dois anos, a Rift começou a vender, via crowndfunding, o primeiro protótipo do Oculus (que hoje parece um dinossauro, mas foi o primeiro exemplo de dispositivo com potencial real de se popularizar). Recentemente, acompanhamos algumas evoluções para desenvolvedores (como o que temos na O2), o anúncio do modelo final pro consumidor (previsto para ser vendido no começo de 2016), a explosão pós "descoberta" dos mobiles como dispositivos de VR, e mais um ecossistema gigantesco sendo criado. Isso não quer dizer que não existiam experiências no mundo da Realidade Virtual antes, é claro, mas estamos falando de um contexto que finalmente possibilita o VR chegar ao público. 

 

Seguindo essa evolução assustadora, o primeiro papo que originou a SVVR foi há 2 anos atrás, numa sala, com um grupo de mais ou menos 30 pessoas, aqui no Vale. Ano passado, foi um evento já mais bem organizado, e hoje é uma feira "de verdade" com algumas centenas de empresa, nos moldes do SXSW (embora ainda muito menor). São criadores de conteúdo, expositores e desenvolvedores do mundo todo, que lotam um saguão com seus produtos e serviços (amanhã teremos fotos boas que o Paulo está fazendo com uma câmera de verdade), além de painéis e keynotes sobre os mais diferentes temas dentro desse universo.

 

A sensação ao entrar no pavilhão de exposição é de que estamos vivendo algo próximo do que foi o final dos anos 70 pra computação pessoal. Não existe ainda UMA empresa "sólida" e que você não veja o DNA "fundo de garagem" em cada produto e no discurso dos "CEO's" que aparecem por aqui. É um bando de "Professor Pardal" na melhor época em que poderiam viver.

 

Nos painéis, vemos gente como Matt Apfel da Samsung (talvez o único representante de uma empresa que não veio desta geração de Geeks pós-internet), abrindo sua palestra "The Power of Community" e deixando claro que nem um gigante como a Samsung tem o poder de criar um novo comportamento do consumidor (o uso diário de um dispositivo de VR, por exemplo), sem ajuda de muitos outros players. Só pra se entender o quão novo tudo isso é: hoje, ainda 50% dos americanos (!!) não sabe o que é VR. E é incrível ver como nesse estágio TODOS envolvidos querem que todos cresçam, simplesmente pra que o mercado exista. Mostraram aqui uma projeção de que no meio de 2016 teremos 5 milhões de aparelhos de VR, em 2019 chegaremos a 20 milhões, e em 2020 30 milhões. Atualmente, estamos aproximadamente 1 milhão. 

 

Ao se ouvir o inventor do Oculus Rift, Palmer Luckey, 22 anos, profetizando que apesar de todo o "hype" sobre o uso do VR pela industria médica e militar, o que ele acredita mesmo que vai fazer o mercado acontecer no longo prazo é o entretenimento e a educação, pelo simples motivo que esses temas podem ser desenvolvidos por qualquer um (ou seja, milhares de pequenas empresas), sem esbarrar em questões legais, governamentais e etc, fica claro como pensa quem faz uma companhia que precisava de crowdfunding pra existir em 2012, agora vale 2.4 bilhões, após ser comprada pelo Facebook.

 

Esse é um primeiro relato, só pra dar um cheiro do que estamos sentindo aqui, sem ainda falar nada das discussões sobre as possibilidades de narrativas, do desafio em se criar uma nova gramática (em contraposição ao cinema, por exemplo, que está aí há mais de 100 anos), questões técnicas e práticas e por aí vai. 

 

Da nossa parte, como criadores, é muito satisfatório perceber que toda pesquisa e desenvolvimento que fizemos ao longo dos dois últimos anos pra dominar todos os aspectos da produção pra conteúdo imersivo está no nível de tudo que vem sendo falado por aqui, e vou além: praticamente todo mercado ainda é dominado por engenheiros, inventores e desenvolvedores, são pouquíssimos os contadores de histórias, como nós, a estarem familiarizados com esta realidade já nem tão virtual assim. 



Ricardo Laganaro

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Homenagem a Ricardo Della Rosa

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Amigos e colegas prestaram uma homenagem ao querido Ricardo Della Rosa no encerramento da Semana da ABC na Cinemateca, no último dia 17. Após a exibição do vídeo, um interminável e emocionado aplauso se seguiu. Está aí um homem que conseguiu ser unanimidade.


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5º Mês de Viagem - A China e a chegada no Japão

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Tínhamos uma ideia pré-concebida que a China seria um ambiente hostil para a nossa equipe. Chegamos bastante cautelosos a Pequim em nossos primeiros dias no país. 

 

Com poucos dias para percorrer um país tão gigante, fomos certeiros em nossas locações. Acompanhados pela International Radio of China, visitámos a Praça de Tianamen, a Cidade Proibida e a Grande Muralha da China. A cidade se mostrou mais aberta e flexível do que imaginávamos. A China é um país complexo, liberação e conservadorismo parecem coexistir sempre.

 

Seguimos de trem bala para Hong Kong, atravessando o país inteiro em apenas 8 horas (comparados aos trens da Índia parecia que havíamos pulado 50 anos para o futuro). Hong Kong é considerada a Nova Iorque do sudoeste  Asiático, capital das marcas de luxo e do capitalismo no oriente. Tudo o que na China parece proibido aqui é liberado. Nosso objetivo na cidade era claro: atingir o Buda Gigante de Tian Tan. Um monumento impressionante.

 

Dois dias mais tarde seguimos de ferry para Macau. Macau era uma das locações que nosso diretor tinha mais carinho e cuidado em filmar. Ficámos na cidade, hospedados na Fundação Oriente de Macau, durante 10 dias. Fomos agraciados com um outro apoio na cidade: O MGM Macau, hotel de 6 estrelas da cidade,  apoiou o filme com a estadia do Giovane e sua irmã. Como contrapartida , filmámos e incluímos o hotel na narrativa.

 

Macau foi dos portugueses até 1999. Suas ruas lembram muito as ruas de Lisboa e é possível ler o português ainda em todas as placas (Rua da Saudade, Praça da Eterna Felicidade). O cenário é europeu mas a população é chinesa. A cidade é pequena mas impressiona pelos seus altos e modernos edifícios e cassinos. O velho mundo português e a inovação do mundo asiático convivem em paz por aqui. Tentamos registrar as impressões de Giovane sobre esse estranho cenário durante nossos dias na cidade.

 

No caminho para Shanghai, aonde pegaríamos um barco para o Japão fizemos uma parada na cidade de Tianducheng, aonde os chineses construíram um bairro inteiro simulando a Champs Elysee de Paris e uma cópia exacta da Torre Eiffel. No entanto, um pormenor: a região parece abandonada, Na cidade projectada para 5 milhões vivem apenas mil pessoas e o mato cresce aos pés da Torre. Um cenário no mínimo inusitado. 

 

No dia 21 de Abril embarcamos  finalmente em Shanghai sentido a Osaka no Japão. Os dias na China foram intensos mas já estávamos ansiosos pela nossa chegada ao Japão, aonde fomos recebidos de braços abertos pela Embaixada Portuguesa em Tóquio e pelo diretor Fernando Meirelles que passava alguns dias na cidade. 

 

O Japão promete muito . E a Viagem do Sentido da Vida continua. 



Daniel Favaretto

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Pós-Produção em discussão na Semana ABC

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Na última quarta-feira, dia 13 de maio, a mesa de discussão que abriu a Semana ABC, que está sendo realizada na Cinemateca Brasileira, teve a participação do nosso diretor da O2 Pós, Paulo Barcellos, falando sobre a evolução do mercado de pós-produção no Brasil.

 

Durante o debate, o Paulo apresentou alguns trabalhos recentes desenvolvidos na casa, além dos números impressionantes que a O2 Pós tem conseguido dentro desse mercado que cresce cada vez mais.

 

Clique na imagem abaixo para conferir o vídeo completo da mesa que contou também com a participação de José Francisco Neto e José Augusto De Blasiis.

 

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O2 Pós Finaliza Longa "Qualquer Gato Vira-Lata 2"

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A O2 Pós assina a finalização do longa Qualquer Gato Vira-Latas 2, longa dos diretores Roberto Santucci e Marcelo Antunez, que conta com Cléo Pires, Malvino Salvador e Dudu Azevedo no elenco. A estreia está marcada para o dia 4 de junho.


Núcleo de pós produção da O2 Filmes, a O2 Pós foi responsável pelos trabalhos de conform, correção de cor, rotoscopia e composição desta deliciosa comédia. O filme narra a história de Tati (Cléo Pires), que no primeiro filme aprendeu as regras do amor e conseguiu conquistar Conrado (Malvino Salvador).


Agora, ela está pronta para dar o próximo passo. O casal viaja para Cancún e ela planeja o pedido de casamento, mas depois de ouvir um "Posso pensar?", Tati se decepciona e seu ex Marcelo (Dudu Azevedo), volta a ter esperanças em reconquistá-la. Para piorar, Ângela (Rita Guedes), ex de Conrado, também está no local para lançar um livro que bate de frente com o dele. O longa conta com as participações especiais de Fabio Jr. e Marcelo Saback.


O filme é uma produção Tietê Produções e Raiz Produções. Coprodução Paris Produções, Globo Filmes, Telecine Productions e RioFilme. Paris Filmes e Downtown Filmes são as distribuidoras. 



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Nos 50 anos da TV Globo, conheça as série produzidas em parceria com a O2

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Em 2015 a Rede Globo comemora seus 50 anos no ar. A O2 Filmes foi a primeira produtora associada à emissora na produção de um seriado. Em 2002, Cidade dos Homens estreava na Globo com a história de Laranjinha e Acerola. De lá para cá, outras séries realizadas em parceria com a O2 foram ao ar na Globo, como Antônia, Felizes para Sempre? e Os Experientes, entre tantas.


Confira algumas das séries e minisséries produzidas pela O2 para a TV Globo.



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Cidade dos Homens (2002 - 2006)

Um marco da teledramaturgia brasileira, a série de Paulo Morelli foi a primeira parceria realizada pela emissora com uma produtora independente. Sucesso de audiência, a história de Laranjinha (Darlan Cunha) e Acerola (Douglas Silva) encantou o Brasil por quatro temporadas. 



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Antônia (2006 - 2007)

A minissérie, continuação do filme de mesmo nome, foi ao ar em 2006 para contar a história de quatro amigas, Preta (Negra Li), Barbarah (Leilah Moreno), Mayah (Quelyna) e Lena (Cindy Mendes), moradoras da Vila Brasilândia, periferia de São Paulo. Todas com um sonho em comum: serem cantoras. A produção durou duas temporadas e mostrava as idas e vindas do grupo. Na direção estão Luciano Moura, Tata Amaral, Roberto Moreira, Fabrizia Pinto, Paola Siqueira, Dainara Toffoli e Gisele Barroco.


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Som e Fúria (2009)

Uma adaptação da série canadense Slings and Arrows, a minissérie Som e Fúria teve direção de Fernando Meirelles e mostrava o cotidiano de uma conceituada equipe de teatro durante a montagem de quatro peças baseadas nos trabalhos de Shakespeare.


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A Mulher do Prefeito (2013)

Em uma crítica bem-humorada ao cenário político nacional, A Mulher do Prefeito, com direção de Luiz Villaça, contou a história de Aurora (Denise Fraga), mulher do prefeito Reinaldo Rangel (Tony Ramos), o mandachuva da pequena cidade Pitanguá, a esposa é obrigada a assumir a cidade depois de ter o marido preso e deposto do cargo.  


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Felizes Para Sempre? (2015)

Sucesso de público e crítica, Felizes Para Sempre? estreou no começo do ano e mostrava casais diferentes passando por diversas crises em seus relacionamentos, todos envolvidos em um crime passional. Com Direção Geral de Fernando Meirelles, a produção teve seus dez episódios inspirados em Quem Ama Não Mata (série escrita por Euclydes Marinho). Muito mais que um drama de "quem matou quem", seus episódios marcaram pelos roteiros bem escritos e pelas cenas icônicas. Os episódios foram dirigidos por Paulo Morelli, Rodrigo Meirelles e Luciano Moura, além de Fernando Meirelles.

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Os Experientes (2015)

E quem disse que a vida termina aos 60? É isso que a série Os Experientes mostrou. Com nomes como Beatriz Segall, Selma Egrei, Joana Fomm e Juca de Oliveira, a minissérie teve quatro episódios, exibido em abril desse ano, e foi dirigida por Gisele Barroco, Quico Meirelles e Fernando Meirelles. As histórias narraram novos amores na terceira idade, um grupo de amigos do samba, um assalto a banco e um pai que descobre que tem pouco tempo de vida. 

 

 

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Fernando Meirelles e Paulo Barcellos participam de debates na Cinemateca sobre produção audiovisual

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A O2 Filmes participará da Semana ABC (Associação Brasileira de Cinematografia), marcada para acontecer na Cinemateca Brasileira entre os dias 13 e 15 de maio. A Semana ABC de Cinematografia promove conferências, painéis e debates que discutem temas, tendências e novas tecnologias para o setor do audiovisual. Na edição deste ano, a décima terceira, a O2 participa em diversas frentes.

 

O diretor Fernando Meirelles participa da mesa "Séries de TV: Novo Espaço Criativo?", no dia 15 de maio, às 17h. Paulo Barcellos, diretor da O2 Pós, terá participação na mesa "A Pós-Produção em Evolução: Criando Soluções para as Produções Brasileiras", marcada para o dia 13 de maio, às 9h30.

Além destas mesas, a O2 Pós estará presente no espaço de exposição de equipamentos e serviços que acontece no saguão da Cinemateca.

A entrada é gratuita. Se você quiser acompanhar as discussões nestas duas mesa-redondas, vamos transmitir os highlights no Twitter oficial da O2 Filmes: https://twitter.com/o2filmes

 

 

Confira detalhes da programação da Semana ABC e saiba como participar: http://abcine.org.br/semana-abc/

 

 

 

Cinemateca
Largo Senador Raul Cardoso, 207 - Vila Clementino, São Paulo
(11) 3512-6111

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O2 e o Dia das Mães

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O Dias das Mães está chegando e a O2 está mais do que no clima. Dois filmes emocionantes feitos aqui na casa foram para o ar, falando desse que é um dos dias mais apaixonantes do ano.

 

Um dos filmes é o Flor, que tem direção de Kitty Bertazzi, feito para Renner, que mostra um menino se esforçando muito para chegar em casa e entregar uma flor intacta para a sua mãe. Muito amor pelo esforço desse menino, não é mesmo?

 

Outro é o filme Chame Natura, dirigido por Cassiano Prado, que, ao embalo de Gal Costa, mostra mulheres de diversas idades e suas capacidades de amar únicas, cheias de coragem, bondade e sabedoria.

 

Abaixo, você confere os dois filmes, respectivamente, e já vai entrando no clima desse dia tão especial!

 

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