FELIZ NATAL

Que todos tenham um ótimo natal, repleto de paz e amor.

 

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CLIPE 360˚ - IVETE SANGALO

Ivete Sangalo lançou no dia 21 de dezembro seu novo clipe 360˚ da música "O Farol", no Facebook.

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O vídeo foi produzido pela turma do Outras Telas, aqui da O2, em parceria com o Facebook, com direção de Ricardo Laganaro.

 

A direção de arte é de Os Coiotes e a fotografia é de Bruno Tiezzi. A montagem é de Fernanda Bernardino, com finalização de Lucas Justiniano e Ricardo Kertesv e supervisão de efeitos de Pedro Tejada!

 

Confira o clipe AQUI!

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AGRADECIMENTO A EQUIPE O2

O Museu do Amanhã inaugurou dia 19, no Rio de Janeiro, e já foi visitado por mais de 25 mil pessoas.

 

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parte 2

parte 3

parte 4

parte 5

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parte 7

parte 8

parte 9

parte 10

Agradeçemos a todos os que fizeram parte desse projeto inovador e incrível.

Confira a lista completa de profissionais da O2 envolvidos: Ficha Técnica

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AQUI A GENTE FAZ ASSIM - COM YOUTUBE

Os 13 segmentos da série de posts Aqui a Gente Faz Assim inauguram o canal da O2 no youtube. Para revê-los ou assistir aquele que você não acompanhou, acesse AQUI.

Em 2016 vamos prosseguir contando Aqui a Gente Faz Assim.

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ROBERTO SANTUCCI NA O2.

Dia 18 de dezembro a produtora recebeu o diretor Roberto Santucci que veio acompanhar o processo de finalização, realizado pela O2 Pós, de sua nova comédia Um Suburbano Sortudo que tem no elenco: Rodrigo Sant'anna, Carol Castro e Stepan Nercessian.

 

A produção é da Camisa Listrada. O filme tem estréia prevista para 11 de fevereiro de 2016.

 

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MUSEU DO AMANHÃ / RECONHECIMENTO OFICIAL.

O vídeo em 360˚ que o núcleo Outras Telas da O2 realizou para o Portal Cósmico do Museu do Amanhã foi assistido pelas autoridades na cerimônia oficial de inauguração no dia 17/12.

 

As palavras da Presidente Dilma Rousseff, ao referir-se ao trabalho da equipe da produtora, foram muito elogiosas.

 

Veja o vídeo abaixo.

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LAGANARO DIRETOR DA O2 NO JORNAL NACIONAL

A edição de 17 de dezembro do Jornal Nacional, da Tv Globo, focalizou a inauguração oficial do Museu do Amanhã destacando o trabalho realizado pelo núcleo Outras Telas, da O2: o vídeo imersivo em 360˚ que recebe o visitante, logo na entrada do Museu no Portal Cosmico.

 

Ricardo Laganaro, o diretor do trabalho, foi entrevistado.

 

Veja a matéria total AQUI.

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MUSEU DO AMANHÃ E A O2 - III

O Museu do Amanhã pressupõe que as próximas 5 décadas devem trazer muitas mudanças. A proposta da curadoria do Museu pensa o futuro com base em 6 grandes tendências futuras:

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> Mudanças climáticas

> Crescimento da população e longevidade

> Maiores integrações diversificadas

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> Avanço da tecnologia

> Alterações da biodiversidade

> Expansão do conhecimento

 

O Vídeo imersivo produzido pela O2 é apresentado logo na entrada do Museu no portal cósmico, como contou Fernando Meirelles:

"Durante o período tivemos que aprender a fazer filmes em 360 graus, entusiasmados pela experiência acabamos comprando câmeras e rigs para realidade virtual, fomos a congressos, visitamos produtores que trabalham com isso fora do Brasil e desenvolvemos a tecnologia para fazer estes filmes aqui. Por causa do museu a O2 Filmes virou a primeira produtora brasileira a trabalhar com isso, não sei se  única mas certamente a mais experiente e com trabalhos do nível deste museu. Um belo legado do trabalho."

 

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Paulo Barcelos diretor da O2 Pós contou como a produtora tornou-se a primeira finalizadora do país a realizar trabalhos em 360 graus e conteúdo imersivo de forma comercial.

"Compramos um kit de desenvolvedor de um óculos de realidade virtual no começo de 2013. O objetivo era testar as possibilidades que essa tecnologia poderia trazer para O2. Quando começamos o projeto do Museu do Amanhã, o desafio de gerar um conteúdo para uma sala que ainda só existia na planta acabou nos levando a idéia de usar o óculos como um simulador. Assim que assistimos as primeiras versões do filme, foi aquele momento mágico onde um olhou para o outro e disse: Isso pode funcionar como uma mídia real. Ficou tão legal no óculos que imediatamente passamos a pesquisar como poderíamos levar isso além. Como captar vídeos em 360º, como fazer para corrigir a emenda das imagens, etc.

Passamos a investir na criação de um departamento de pesquisa e desenvolvimento dentro da O2 Pós, com equipe dos programadores dedicados a pesquisa de novas tecnologias aplicáveis tanto na logística de finalização de filmes quanto novos produtos. Recentemente nos debruçamos na realidade virtual. VR é uma coisa que deve crescer muito nos próximos anos. Ainda estamos no começo da tecnologia, muitas ferramentas ainda não existem."

 

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Ainda coloca Paulo Barcellos:

"Acabamos desenvolvendo ferramentas próprias para solucionar diversas etapas que iam surgindo. Viajamos para eventos de VR ao redor do mundo, visitamos fabricantes de câmera e softwares, compramos uma primeira câmera VR e assim acabou acontecendo."

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RECADINHO DO LAGANARO

Ricardo Laganaro, diretor do vídeo do Portal Cósmico do Museu do Amanhã, está filmando fora do Brasil e enviou um recadinho via celular sobre o trabalho que o público vai conhecer a partir de 19 de Dezembro, no Rio de Janeiro.

 

 

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PESCADORES DE PÉROLAS INDICADO A PRÊMIO

A revista Concerto, especialista no segmento de música erudita, lançou na segunda- feira, 14, a sua tradicional votação para escolher, junto aos leitores, os melhores espetáculos de 2015, na visão do público.

 

No segmento Ópera, as indicadas são: Os Pescadores de Pérolas, de Georges Bizet, encenada no XIV Festival de Ópera do Theatro da Paz, em Belém, com direção de Fernando Meirelles; O Homem dos Crocodilos, de Arrigo Barnabé, e Édipo Rei, de Stravinsky, produções do Teatro São Pedro (de São Paulo); e Thais, produção do Teatro Municipal de São Paulo.

 

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A escolha é feita pela internet, através do site da Concerto http://www.concerto.com.br/premioconcerto2.asp?id=2. A votação se encerra no dia 21 de dezembro, às 8 horas. O resultado será publicado, junto com os vencedores escolhidos pelo júri, na edição de janeiro-fevereiro 2016 da revista Concerto.

 

A indicação de Os Pescadores de Pérolas ocorre exatamente um mês após esse espetáculo ter sido a única produção brasileira no evento Ópera na Tela, que exibe montagens de óperas do mundo inteiro em tela e som de cinema. O evento começou no Rio de Janeiro, no Parque Lage, em novembro deste ano, mas já está sendo exibido em outras capitais brasileiras.

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CONTINUA A LEITURA DE LILI

O encontro do elenco com os diretores para a leitura dos episódios da segunda temporada de Lili a Ex é sempre alegre e cheio de disposição para o trabalho a ser desenvolvido nas filmagens.

Dia 16 de dezembro, com a participação dos diretores Luis Pinheiro e Dainara Tofolli, ocorreu mais uma sessão de preparação da segunda temporada de Lili a Ex.

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O MUSEU DO AMANHÃ E A O2 - II

No dia 19 de dezembro, sábado, será aberto ao público no Rio de Janeiro o Museu do Amanhã, grande construção com área de 30 mil metros quadrados que usará ambientes audiovisuais, instalações interativas e jogos para falar sobre o futuro. Quando o visitante entrar no Museu do Amanhã, a primeira experiência que ele terá será o Portal Cósmico. Nele, um filme imersivo produzido pela O2 através do núcleo Outras Telas é projetado num grande domo esférico. "A ideia é que o filme coloque o visitante num outro estado de espírito, tire-o da Praça Mauá e ajude-o a baixar o batimento cardíaco e mudar a frequência cerebral", diz Fernando Meirelles. Para chegar a estes aproximados 8 minutos de filme, uma equipe liderada pelo diretor Ricardo Laganaro trabalhou por três anos. "Queríamos trazer imagens diferentes, espetaculares e impactantes; dignas do tamanho e o formato da tela que temos no Museu", diz Ricardo.

 

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Entrada do Domo no Museu do Amanhã: primeira experiência do visitante conta a história do universo através de um filme imersivo criado pela O2 (Bernard Lessa/Museu do Amanhã)

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"O filme é o portal de entrada do museu. Quem se deixar mergulhar no que o filme tenta passar pode ter uma experiência mais viva ao visitar o museu. É como se o visitante ganhasse um tempo para pensar naquelas famosas perguntas: Quem eu sou? Onde estou? De onde vim? Para onde vou? Claro que não há a resposta para isso, mas só lembrar estas questões já nos coloca em outro estado", conclui Fernando Meirelles.

O filme mostra parte da história do universo, mas não tem a pretensão de contá-la didaticamente. A decisão do time liderado por Ricardo foi o de realizar um filme em que o visitante pudesse se sentir parte da ação. "Tanto por pedido da curadoria, quanto por termos a possibilidade de explorar a narrativa imersiva, nosso filme tem uma abordagem muito mais sensorial e poética. Mais do que ver e ouvir imagens sobre a criação do Universo, da Terra, da Vida, queremos que espectador se sinta dentro desta viagem. O entendimento será muito mais pela emoção do que pela razão", explica Laganaro.

 

Janaina Augustin, diretora do núcleo, frisa o caráter inovador deste projeto. "O nosso maior desafio foi entender como contar uma história tão complexa num formato de tela que as pessoas não estão acostumadas. Nossa missão foi criar uma nova narrativa a partir do zero, levando em conta a experiência do espectador dentro do domo". A intenção do filme vai além de contar uma história, ele pretende provocar sensações, deixar a pessoa preparada para absorver o que verá depois de passar por esta experiência.

Para chegar a resultados tão inovadores e impactantes, a equipe da O2 mergulhou fundo no desenvolvimento de conteúdo imersivo e realidade virtual, algo inédito até então no Brasil. "Durante o período da realização tivemos que aprender a fazer filmes em 360 graus, entusiasmados pela experiência acabamos comprando câmeras e rigs, fomos a congressos, visitamos produtores que trabalham com isso fora do Brasil e desenvolvemos a tecnologia para fazer estes filmes aqui. Por causa do Museu, a O2 Filmes virou a primeira produtora brasileira a trabalhar com isso, não sei se a única mas certamente a mais experiente e com trabalhos do nível deste do museu. Um belo legado do trabalho", finaliza Fernando Meirelles.


Imagens do universo
Um dos grandes desafios de produzir os oito minutos do filme imersivo que a O2 realizou para o Museu do Amanhã foi a construção das imagens. O filme mistura cenas captadas por câmeras de altíssima resolução com outras compostas em 3D. Uma das curiosidades deste trabalho é que mesmo as imagens construídas na Pós partiram de uma cena filmada em estúdio. Maeve Corona, produtora do núcleo Outras Telas, conta que levou um profissional de efeitos especiais para o estúdio para filmar a base de cenas que abrem o filme. "A parte que mostra a formação do universo tem explosões, fumaça, fogo, erupções... A gente filmou estes trechos com um efeitista, profissional contratado para criar, por exemplo, uma faísca, para que os profissionais da pós-produção pudessem entender o movimento exato que uma faísca faz e reproduzi-la no domo".

 

"Todos os trechos que trazem dançarinos também foram filmados nos estúdios da O2. A cena final também foi filmada por nós, é minha preferida, mas é uma surpresa", completa ela. "Cada avanço do filme, cada segundo, provocava o próximo passo. A maior parte do projeto foi dedicada a isso. Muitos detalhes de um enorme quebra cabeça que deveria se encaixar e fazer sentido no domo", finaliza.

Tecnologia imersiva
Há três anos, quando a O2 foi convidada a criar o conteúdo do Portal Cósmico para o Museu do Amanhã, não se falava em câmeras de 360 graus ou em óculos de realidade virtual, duas tecnologias que tornaram-se acessíveis quando o trabalho em torno do Museu já estava em produção. "Estamos no começo da tecnologia de realidade virtual e conteúdo imersivo, muitas ferramentas ainda não existem. Nós mesmos, ao começarmos a finalizar conteúdos para realidade virtual e filmes 360º, acabamos desenvolvendo ferramentas próprias para solucionar diversas etapas que iam surgindo", relembra Paulo Barcellos, diretor da O2 Pós, departamento de pós-produção e tecnologia da O2. Por conta do desafio de produzir um filme imersivo para o Museu do Amanhã, hoje a O2 tem feito outros projetos em realidade virtual para o mercado. "Depois desta experiência e O2 virou uma outra produtora. É um destes trabalhos que marcam nossa vida profissional", finaliza Fernando Meirelles.

A sensação de imersão é conseguida através de um minucioso trabalho de imagens casado com engenharia sonora. Alan Zilli, supervisor de edição de som da O2 Pós, explica que a equipe criou na impressora 3D uma réplica em menor escala do domo, já com os pontos onde seriam instaladas as caixas de som. O domo instalado no Museu do Amanhã possui 30 caixas de som independentes, organizadas em 28 canais de saída.

 

Em filmes e TV o trabalho de som é realizado para imagens planas, de duas dimensões. Entretanto, isso era impossível no caso do Portal Cósmico, pois a imagem teria também uma componente de profundidade que o som deveria acompanhar.

 

O trabalho da equipe de som mergulha o espectador para dentro da cena.  "A cena da caverna é uma das nossas preferidas. Acho que alcançamos ali um nível interessante de realismo. Ficou bem bonito e a sensação de estar naquele ambiente naquele momento do filme é reconfortante, pois acabamos de vir de um clímax meio tenso... Não vamos falar mais para não estragarmos a surpresa", finaliza Alan.


De olho no futuro
No filme para o Museu do Amanhã, o espectador esquece que tem uma tela, ele se sente parte do filme. Esta imersão é um desafio de narrativa, de imagem, e de som. São estes três elementos que causam a experiência. "Realizar este filme foi uma escola que fez a gente entender toda a cadeia de produção em realidade virtual, 360 e realidade aumentada",explica Janaina Augustin. "Estamos caminhando para um mundo que é imersivo, em que o conteúdo não será visto em uma tela. O conteúdo vai estar ao nosso redor, e não mais em um dispositivo plano. Nós faremos parte do conteúdo e este filme do Museu do Amanhã oferece esta inovadora experiência para os espectadores", finaliza Janaina.

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PREPARANDO 2016

Continuam na sede da O2, na vila Leopoldina, em São Paulo as reuniões de trabalho do longa "Marighela - O Guerrilheiro que incendiou o mundo", projeto e direção de Wagner Moura.

Participam dos trabalhos Eduardo Ribeiro e José Carvalho.

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O MUSEU DO AMANHÃ E A O2

Um Museu de ciências que tem o objetivo de explorar as possibilidades do futuro. Esta é a definição do Museu do Amanhã que abre para o público no dia 19 de dezembro no Rio de Janeiro.

O Museu apresenta por meio de ambientes audio visuais, instalações interativas e jogos, o passado, as várias tendencias da atualidade e faz o convite para imaginarmos futuros possíveis para os próximos 50 anos.

A O2 está no Museu do Amanhã apresentando um vídeo imersivo que conta a história do universo equilibrando arte, poesia e um pouquinho de entretenimento e ciência, como diz o diretor do projeto Ricardo Laganaro.

Fernando Meirelles conta no vídeo os desafios que a produtora encarou para realizá-lo.

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A LEITURA DE LILI

Na sede da O2, em São Paulo, prosseguem as leituras dos episódios da segunda temporada de Lili-a-Ex.

As filmagens tem previsão de início em janeiro e a série chega ao público ainda em 2016.

Na foto, elenco, equipe e os diretores Luis Pinheiro e Quico Meirelles.

 

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na foto: Cleber Toledo, Alan Medina, Daphinie Bozasky, Dani Fontan, Maria Casadevall, Claro Pitanga, Ari Pinni, Sofia Beer, Luis Pinheiro, Quico Meirelles, Felipe Rocha,Totia Meirelles, Patricia Ramos

 

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